A Menina e o Pierrot
Lançar-se-ia à uma noite de magia sem limites, sem culpa, sem dúvidas.
Os olhos de Alice atravessaram o salão buscando um olhar que encontrasse o seu. Foi assim que encontrou o olhar do Pierrot, e ele refletia um cinza pálido igual a tantos outros olhares tristes porém, diferente de todos.
Seus olhares sustentaram-se por alguns minutos, o que lhes pareceu uma eternidade, e no momento seguinte já dançavam juntos misturando seus risos e suor.
Encontraram-se entre confetes e serpentinas e esqueceram todas as regras, dispensaram todos os protocolos, ignoraram todas as formalidades. Não havia necessidade.
O tempo havia parado e tudo que Alice queria era aquela noite, sem elos, sem nomes, nem números de telefones. O mistério seria seu guia, com hora certa para terminar.
Para o pierrot o que tinha hora marcada para terminar era a alegria.
Enquanto para Alice o importante era o presente, para ele não só a quarta feira seria de cinzas, mas o seu "para sempre" seria cinza. E mesmo assim dançaram a noite inteira.
Quando a noite se foi o salão estava vazio, e vazio ficou também o coração sem cor do pierrot, cumprindo sua sina, deixou partir a menina.
Foi-se embora Alice.
Embalada por sonhos de adolescente e fantasias carnavalescas, dançava a menina pelo salão. Escondida entre véus coloridos e esvoaçantes, misturada a colombinas, odaliscas, pierrôs, piratas, fadas e príncipes, poderia viver o seu sonho ou qualquer sonho... era noite de carnaval!
Lançar-se-ia à uma noite de magia sem limites, sem culpa, sem dúvidas.
Os olhos de Alice atravessaram o salão buscando um olhar que encontrasse o seu. Foi assim que encontrou o olhar do Pierrot, e ele refletia um cinza pálido igual a tantos outros olhares tristes porém, diferente de todos.
Seus olhares sustentaram-se por alguns minutos, o que lhes pareceu uma eternidade, e no momento seguinte já dançavam juntos misturando seus risos e suor.
Encontraram-se entre confetes e serpentinas e esqueceram todas as regras, dispensaram todos os protocolos, ignoraram todas as formalidades. Não havia necessidade.
O tempo havia parado e tudo que Alice queria era aquela noite, sem elos, sem nomes, nem números de telefones. O mistério seria seu guia, com hora certa para terminar.
Para o pierrot o que tinha hora marcada para terminar era a alegria.
Enquanto para Alice o importante era o presente, para ele não só a quarta feira seria de cinzas, mas o seu "para sempre" seria cinza. E mesmo assim dançaram a noite inteira.
Quando a noite se foi o salão estava vazio, e vazio ficou também o coração sem cor do pierrot, cumprindo sua sina, deixou partir a menina.
Foi-se embora Alice.
Saudade mau de amor, de amor
Saudade dor que dói demais
Vem meu amor
Bandeira branca, eu peço paz …”
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ResponderExcluirMuito lindo!!!uma poesia mais linda que a outra...Parabens!!
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